20.2.08

O Fantasma Delator
Por três vezes Jason Graeme teve uma visão horrenda: o fantasma de uma mulher coberta de sangue, apresentado cinco ferimentos profundos na cabeça.
Jason Graeme era um moleiro do condado de Durham, Inglaterra, em 1681, época em que recebia a visita do fantasma pedindo vingança. A mulher dizia se chamar Anne Walker, e lhe contou que fora assassinada por Mark Sharp, contratado por um parente do rapaz que a engravidara, para matá-la. Na primeira aparição, o fantasma pediu-lhe que fosse às autoridades e lhes revelasse a identidade do assassino. Supondo que aquilo fosse fruto da sua imaginação, ou um sonho, ele decidiu não mais pensar naquilo, recusando, assim, o pedido feito por ela.
Por duas vezes mais, Anne Walker apareceu a Graeme, lhe pedindo que fosse ao magistrado local e o contasse sobre sua morte. Desta vez, disse-lhe onde seu cadáver havia sido enterrado. Agora, convencido que aquilo era um fenômeno real, Graeme atendeu ao pedido dela.
Foi realizada, então, uma busca no local indicado pelo espírito da falecida - um poço -, e lá foi encontrado um corpo contendo os mesmos ferimentos que Graeme via nas aparições do fantasma.
Como resultado da descoberta, Mark Sharp e o parente que ordenara o crime, foram presos, julgados e enforcados. Mesmo sabendo de tantos detalhes, Jason Graeme não foi apontado como autor ou participante do crime, porque segundo às investigações, nunca tivera contato com os envolvidos no caso, não podendo saber, por exemplo, que Anne Walker estava grávida.


Dias Flamejantes de Inverno
Por cinco dias, a casa da família Williamson, em Bladenboro, Carolina do Norte, foi assolada por chamas espontâneas, em janeiro de 1932.
No primeiro acontecimento, o vestido da senhora Williamson, misteriosamente, ardeu em chamas. Pouco depois, foi a vez da calça senhor Williamson, que foi tomada pelo fogo, quando pendurada a um cabide, dentro do armário. Os próximos objetos a serem alvos do fogo foram uma cama e as cortinas da casa; outros objetos foram ainda impregnados pelas labaredas.
As chamas que queimavam os objetos eram azuladas, nunca produziam nenhum cheiro de fumaça, e nada ao redor dos objetos atingidos era afetado pelo fogo.
Naqueles dias frios, típicos do inverno norte-americano, nem a polícia, utilizando-se de oficiais de companhias públicas, nem especialistas em incêndios criminosos conseguiram dar explicação alguma sobre o caso.





Aviso Pós-Morte
Em 1970, o jornalista Moacyr Jorge foi a Belo Horizonte fazer uma reportagem sobre o médium Zé Arigó. Lá lhe foi relatado pelo delegado de polícia José Marques Pereira o seguinte caso.
- Eu viajava na rodovia Belo Horizonte/Sete Lagoas - relata o delegado - quando uma mulher aflita acenou com as duas mãos para que eu parasse o carro.
Ao pará-lo, a mulher lhe disse que seu carro caíra no abismo, e que sua filha estava lá, viva.
- Descemos a ribanceira - continua ele -. Quando chegamos lá em baixo, encontramos a garota ainda com vida.
O surpreendente foi que ao lado da garota, estava o cadáver de uma mulher morta; a mesma que pediu socorro para salvar a filha.



A Hora da Morte
A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laboratório de parapsicologia da universidade de Duke, estudou vários casos de relógios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canadá relatou à dra. Rhine o que ocorreu em sua família; quando à morte do irmão de sua cunhada.

Quando o doente terminal morreu, às 6:24, ele telefonou para a família e para o médico, e em seguida preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes peguntou as horas, a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido; ao ver as horas, ela teve uma terrível surpresa: o relógio marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.

Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha conhecidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda.



Momo - O Monstro de Missouri
A primeira vez que se ouviu falar do Momo data de julho de 1971. Duas mulheres faziam um piquenique num bosque da cidade de Louisiana, quando viram um "meio-macaco, meio-homem", que exalava um cheiro terrível. A criatura saiu de um matagal e aproximou-se delas, emitindo um "leve ruído de gargarejo". As duas mulheres correram dali, se dirigindo ao carro. A criatura comeu os alimentos do piquenique e voltou ao mato. As duas registraram queixa na delegacia daquela cidade, mas só tornaram o fato público em 1972, depois que casos semelhantes foram declarados por outras pessoas.

Naquele ano, 1972, três crianças brincavam quando viram um animal em pé, ao lado de uma árvore. De acordo com as crianças, a criatura possuia de 1,80 a 2,10 metros de altura e possuía uma densa pelagem negra; carregava debaixo do braço um cachorro morto.

Edgar Harrison, pai das três crianças, viu, três dias depois, uma bola de fogo pousar atrás de um colégio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o céu, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf - situada na redondeza da escola -, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse visível.

Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar do que se tratava, deslocando-se à escola. Ao passarem por um prédio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem.

Por mais duas semanas, várias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmagóricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma xícara de café.

A criatura recebeu o nome Momo, por conta da abreviação americana de Missouri - Estado onde houve as aparições -; "MO", e as duas letras iniciais de "monster" - monstro, em português .



Chuva de Carne
Virginia, Condado de Hanover, ano de 1850. Na Sexta-feira da Paixão, ocorreu algo inconcebível: choveu carne, literalmente. Charles H. Clarke, proprietário de terras naquela época, e alguns criados do seu amigo, o médico G. W. Basset - autor da carta, endereçada a um colega, por qual viria se tornar público este relato -, presenciaram, às 16h, quando uma pequena nuvem fez chover "vários pedaços de carne e de fígado", conforme a carta de Basset.
Todos os pedaços cairam apenas numa área menor que 4 ha, e eram tão bem formados, que não havia como não conseguir identificá-los. Segundo Clarke - "cavalheiro de inteligência e afirmada credibilidade", de acordo com o médico - , a nuvem deslocava-se do nordeste para o sudoeste. E os pedaços colhidos nos pontos mais distantes, acompanhando uma linha nordeste / sudoeste, estavam distantes 25 passos de outro.
Depois de alguns dias, Basset foi à fazenda Farmington, onde ocorreu o fenômeno, para averiguar aquilo que o amigo lhe contara. Chegando lá, colheu por volta de 180g dos pedaços, sendo que somente um deles pesava por volta de 30 gramas. Acompanhado de uma outra testemunha, um tal de "sr. Brown" (a carta não precisa quem era essa pessoa), Basset contando com a ajuda dos seus criados, recolheu de 15 a 20 peças, para uma análise posterior.
Não é sabido o que ocorreu com as amostras, pois na carta, Basset diz que enviaria uma parte a um colega seu, a quem chama de dr. Gibson (a carta não também não informa quem era essa pessoa), e que deixara uma parte da carne e do fígado conservados em álcool "para futura inspeção dos curiosos
Há vários casos semelhantes a este no mundo todo - inclusive um no Brasil, em 30 de agosto de 1968 na cidade de São Paulo - ocorridos no século XIX, excetuando-se, claro, o brasileiro. Eles foram publicados em dezenas de jornais e revistas científicas daquela época, e em muitos casos, como este, as testemunhas eram pessoas dotadas de boa cultura.

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